Cuidado em Constipação Infantil
Cirurgiã Pediátrica
CRM-SP 135729 / RQE 49179
Para a criança que:
Se o cocô já está macio com o remédio e o que falta é perder o medo do vaso, o Sentar sem Medo foi feito para essa fase.
Se há sangue, vômito, barriga muito inchada ou febre junto com a dor, o caminho hoje é o pronto-socorro.
mas de toda família.
Muitas famílias chegam aqui como último recurso.
O trabalho é para que a próxima não precise chegar assim.
Uma criança que faz cocô sem pensar nisso nem percebe que fez.
Larga o brinquedo, vai, volta e continua de onde parou.
Em outra casa isso passa despercebido. Na sua, não vai passar.
Formação em Cirurgia Geral e Cirurgia Pediátrica pela Santa Casa de São Paulo, com título de especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Pediátrica. Treinamento em manejo intestinal no Cincinnati Children’s Hospital, nos Estados Unidos, em 2013. Mestrado em Bioengenharia.
Consulta on-line, por vídeo, para famílias de todo o Brasil. Presencial em São José dos Campos (SP).


Chegando agora? Vamos te ajudar a entender o que está acontecendo.
Um tratamento desenhado para durar.
Não se comprime o tempo de cuidado de uma criança sem comprometer o resultado.
Com conhecimento profundo da constipação infantil e de qual alternativa terapêutica se encaixa em cada caso.
O cocô sai quando o corpo relaxa, e o corpo relaxa onde se sente seguro. Por isso, no começo, o treino é só sentar: ele sobe no banquinho, sopra bolha de sabão, a ampulheta escorre, e ninguém pergunta se saiu cocô.
Sentar sem Medo é o programa que eu montei para essa fase: seis semanas no celular, com um treino curto por noite, uma história e a música do Mimo, o personagem do app. Para crianças de 2 a 12 anos que já tomam o remédio que o médico passou. A medicação continua com o médico que acompanha vocês.
Se o cocô ainda está duro ou dói, o primeiro passo é a consulta.
Sim. Pelos critérios de Roma V, de 2026, o diagnóstico da constipação funcional vem da história da criança e do que a família observa no dia a dia. O toque retal não é necessário de rotina. A consulta é por vídeo, para famílias de todo o Brasil, ou presencial em São José dos Campos (SP).
O tratamento da constipação funcional não é cirúrgico. A formação em cirurgia pediátrica inclui o intestino da criança e as condições que se parecem com a constipação e precisam ser separadas dela, como a doença de Hirschsprung e as malformações anorretais. O treinamento em Cincinnati foi em manejo intestinal, o cuidado da criança que tem dificuldade para evacuar ou para segurar o cocô.
Sempre que possível, sim. As diretrizes tratam a explicação à criança e à família como parte do tratamento, com o mesmo peso do remédio. Entender o que acontece no próprio corpo muda o jeito como ela atravessa esses meses.
Não. A radiografia de abdome não serve para diagnosticar constipação, e as diretrizes não a recomendam para isso. Exames entram quando a história traz algum sinal que pede investigação. Se vocês já têm exames, deixe à mão no dia.
Não. Cada consulta tem nota fiscal, que a família pode usar para pedir reembolso ao plano de saúde.
O valor e o jeito como o acompanhamento funciona estão na página Nosso cuidado.
As diretrizes descrevem o tratamento em quatro partes que andam juntas: o remédio, a explicação à família e à criança, o treino no vaso em casa, e a alimentação e os líquidos do dia a dia, sem exagero de fibra nem de água.
Meses. As diretrizes recomendam manter o tratamento por meses e retirar o remédio aos poucos, só depois que o desfralde estiver completo. O intestino precisa de tempo para voltar a perceber e a esvaziar sozinho, e a melhora costuma chegar antes disso.
Toda semana eu escrevo uma carta que abre uma parte dessa lógica. Para você entender o que está acontecendo, mesmo que ainda esteja só começando a procurar.